#EmBuscaDoGatoPerdido

desencontros

Ei pessoinhas, como estão?

Hoje aconteceu uma coisa que me deixou muito pensativa. Eu estava em um determinado lugar e sem querer meus olhos se encontraram com um rapaz que estava no mesmo ambiente. Não era um rapaz comum, era diferente (#liiiindooooo, tipo muito, mais muito lindo mesmo), sei lá, chamou minha atenção. Não conseguia desviar os olhos dele (nem ele de mim pelo visto). Quando o evento acabou, eu tive que ir embora e ele ficou mais um pouco. Só que não consegui ficar em paz e acabei parando na metade do caminho e pedindo para um amigo voltar para perguntar o nome dele ou pedir o telefone (por incrível que pareça, sou muito tímida para isso). Eu esperei ansiosa (uns minutos que pareceram eternos). Quando meu amigo retornou, me deu a triste notícia que não conseguiu o nome dele, porque tinha acabado de entrar no carro e ir embora. Fiquei totalmente arrasada, ele era lindo de mais e a única coisa que consegui foi descobrir a cidade que ele morava (o que não ajuda muito). Mas, como eu não consigo tira-lo da cabeça, vou utilizar todas as minhas artimanhas para descobrir pelo menos o nome desse rapaz (afinal de contas, sou brasileira e não desisto nunca). Dei até um nome fictício para ele, enquanto não descobrir o nome verdadeiro, vou chama-lo de Artur (ele tem cara de Artur, Guilherme, ou Thiago).

Eu precisava compartilhar isso com vocês, estou muuuito eufórica, ansiosa, com saudades. Pode parecer exagero, mas aquele menino pode ser meu futuro marido (ta, agora forcei). Realmente, eu precisava escrever porque não consigo dormir, não paro de pensar, de imaginar. E quando coloco uma coisa na cabeça, ninguém consegue tirar, nem eu mesma. O que é ruim em alguns pontos. Por exemplo, tenho insônia, vou acabar me entupindo de comida para compensar a ansiedade e não vou descansar até conseguir o que quero, então tenho grandes chances de me tornar uma tia gorda, encalhada, sozinha com vinte e sete gatos. No entanto, tenho chances de encontra-lo (mesmo que remotas). Vou me agarrar a isso e iniciar a, minha busca pelo “gato” perdido.

Ok, acho que desabafei. Agora que o texto acabou, vou voltar para minha sina de não conseguir esquecer, aqui no meu mundinho isolado, vazio, sem ninguém (específico) para me fazer companhia. Só eu e minhas doces lembranças (como sou dramática né). Pelo menos tenho a companhia de vocês, né seus lindos (admitam que me amam) Por hoje é só meus chuchuzinhos. Até a próxima e fiquem com Thor.

Ps: Ah, quando achar o que estou procurando, vocês serão os primeiros a saber.

 

Três beijos, Débora Carvalho.