Deixa eu me amar, pô!

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Olá pessoinhas, como é que vocês estão?

Ultimamente tenho me sentido muito bem comigo mesma. Aconteceram tantas coisas que eu já tinha me esquecido o quanto é bom dedicarmos um tempo à nós. Posso dizer que me descobri entre os cacos que eu me encontrava (desculpe o drama, me empolguei). Passei a me amar mais e isso refletiu na minha aparência. Até porque, entre trabalho, faculdade e atividades extras, não tinha saco para acordar as 5:30 da manhã para um ritual cansativo de beleza, já que eu podia dormir até 6:40 e sair correndo igual uma louca para não perder o ônibus das 7:00. Agora, deixando todo esse papo autoajuda de lado, vamos para o assunto deste post.

Faz um tempo já, uma certa pessoa me fez uma pergunta que me deixou intrigada, não pela interrogação, foi mais pelo motivo. Um certo amigo chegou em mim e me perguntou se eu estava namorando. Aí, alguns chatos devem estar pensando: Dãã, não tem nada de mais nisso blá, blá, blá (leia isso com voz de retardado), mas calma que já chego ao ponto. Curiosa, quis saber o porque da pergunta. A resposta dele foi que eu estava bonita e toda arrumada ultimamente. Na hora eu dei risada, mas depois fiquei pensando. Por que eu tenho que estar interessada em alguém ou namorando para querer me arrumar?

Depois disso, percebi que não é nada raro esse tipo de pensamento. Outro dia mesmo, eu estava mandando mensagem no whats e acabei sorrindo por algo engraçado que recebi. A primeira reação da pessoa que estava perto de mim foi dizer: “Huuum e esses namoradinhos hein”. Disse que não tinha nada ver e que estava rindo de algo que me mandaram, mas a pessoa continuou insistindo (Pff, querido me poupe, se poupe, nos poupe, ok?). Sério, parecia aquelas tias que você não vê desde os cinco anos, que chegam apertando as bochechas e perguntando “e os namoradinhos hein”, só para te matar de vergonha na frente de todos.

Pode até ser algo involuntário, sem querer, o que de fato acredito que seja, mas me dá uma preguiça dessas pessoinhas, as vezes. Porque, pensa comigo, qual é o sentido de eu não poder me cuidar por querer me sentir bem comigo mesma? Porque cargas d’água o fato de eu estar feliz e sorrindo não pode ser pelo simples amor a vida. Eu sei que quando estamos com alguém especial lutamos para fazer o melhor e não tem problema nenhum nisso. É até muito saudável. O problema está em associar felicidade e bem estar à outra pessoa exclusivamente.

Então a lição de hoje é (leia como se estivesse no programa do Silvio Santos): podemos ficar radiantes para agradar alguém que amamos? Siiim. Podemos ficar radiantes, unicamente porque queremos ficar? Siiim. Nossa autoestima tem que estar ligada ao que os outros pensam sobre nós o tempo todo? Nããão. Porque? Porque não somos obrigadas. Valendo um milhão em barras de ouro, que vale mais do que… não, pera!

Brincadeiras a parte, ouçam a titia blogueira esquisita aqui crianças, ela sabe o que diz. Na verdade não sabe, mas vamos fingir que sim para dar um pouco de moral, que to precisando. Quero deixar claro que essa é a MINHA opinião galerinha do mal. Vocês têm todo direito de me achar uma mula. O importante é que todo mundo seja feliz, belo e seduzente para quem quiser, sendo outra pessoa ou você mesmo.

Por hoje é só crianças. Beijos da gorda (de pensamento). Fiquem com Jeová. Tia dos namoradinho deixa a gente em paz. Até a próxima.

Três beijos, Débora Carvalho

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Hello sweeties <3

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Olá pessoinhaaaas

Eu volteeei, agora pra ficaaar…

Eu estava morrendo de saudades de escrever aqui. Agora que estou ociosa (tipo MUITO mesmo) resolvi voltar com o blog. Sério, senti muita falta disso (imagine aqui um emoji de coração).

Esse texto não é para falar sobre um assunto especifico, na verdade só queria ter essa sensação boa de novo, sabe? De poder escrever o que quiser, mesmo que as pessoas não leiam, chega a ser terapêutico. Agora que a minha vida não esta tanto na correria de antes, posso ver como deixei de lado coisas importantes na minha vida, daquelas que só fazem bem para nós. E com a calmaria pude ver o quanto me fez falta e o quanto me sentia morta por estar andando no automático.

Tenho pensado muito no rumo que minha vida está tomando. Penso tanto e imagino tanto sobre como vai ser no futuro, que as vezes fica até difícil separar o que é real e o que é sonho. Aí é que eu te pergunto Percival, porque eu tenho só que ficar sonhando acordada, tentando discernir o que é real ou não? Por que não posso apenas viver tudo o que quero? Viver sem medos de recriminações? Já fiz vários posts falando sobre isso. Não quero que fique só nas palavras, por isso estou voltando a escrever no Três beijos, que sempre foi minha alegria, desde o dia em que tivemos essa ideia. É um dos prazeres que eu tinha e acabei deixando de lado.

Esse texto acabou sendo mais um desabafo que qualquer outra coisa, mas, bem lá no fundo, sabemos que todos eles são. Seja em forma de crônica, piada, ou quaisquer que sejam os estilos de escrita, todos têm um pouquinho de nós (ou MUITO).

Recado dado, me esperem que voltarei mais vezes. Porque não sou obrigada a ficar longe. Ah, o porque de ter a foto do Robert Downey Jr no post? Por que ele é lindo, não precisa de um motivo melhor. Beijo na bunda paçocas, fiquem com Deus. (estava morrendo de saudades de falar isso)

 

Três Beijos, Débora Carvalho

Coisas que dão sentido à vida

Olá Tchutchucos, como vão?

Depois de muito tempo (tipo, quase uma eternidade), eu estou de volta \o/. Senti muita falta de escrever, quase entrei em depressão e isso é realmente verdade (ou quase). Enfim, vamos para o assunto de hoje. Para fazer esse post, me inspirei nesse video aqui. Quem quiser dar uma olhada, eu recomendo. É sobre um menino de 6 anos que faz uma pergunta inesperada para um astrofísico renomado, que responde de maneira brilhante e impecável. Depois de assistir esse video, fiz uma lista de coisas que devemos fazer para dar sentido à vida. Sem mais delongas, fiquem com ela:

1. I’m singin’ in the rain

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Como eu adoro chuva, esse tinha que ser o primeiro. Não tem coisa melhor do que se permitir, pelo menos por um dia, brincar na chuva. Ainda mais quando você está com os seus amigos. Imagina a bagunça que isso viraria, uma bagunça bem gostosa (desde que ninguém pegue uma pneumonia).

2. Saltar de paraquedas

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Eu sempre quis saltar de paraquedas. Espero conseguir ainda esse ano. Pode parecer loucura demais para alguns, mas eu acho que deve ser uma das melhores sensações do mundo. Se sentir livre!

3. Coma paçocas

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Paçoooooocaaaaaa! E é só isso mesmo, paçocas com certeza dão sentido à vida <3.

4. 3beijos para os melhores.

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Divida tudo com as pessoas que você mais ama. Elas, com certeza, vão fazer cada segundo valer a pena.

5. Aprenda algo novo todos os dias.

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Aprender algo novo todos os dias é uma ótima maneira de nos sentirmos bem com a nossa vida, principalmente quando aprendemos com os nossos erros. Nos torna pessoas melhores, mais humanas.

6. Tenha um cachorro

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Na verdade tenha qualquer bichinho que te faça feliz. No meu caso, gosto mais de cachorrinhos. Inclusive estou a procura de um para adotar (assim compenso minha carência)

7. Curtir a vida

curtir

Faça tudo que tiver vontade. Curta a vida sem medo de recriminações. Ela é tão curta e vale cada momento quando bem vivida. Se chupar um sorvete se lambuzando te faz feliz, vá em frente. Se fazer música com os utensílios da cozinha te faz feliz, vá em frente. Se escrever para um certo blog, mesmo ele não sendo famoso te faz extremamente feliz, se jogue de cabeça. Se correr atrás de gnomos em uma floresta encantada te faz feliz… Bom aí é melhor procurar ajuda e largar as drogas.

Esses são alguns exemplos, mas você precisa criar os seus próprios exemplos. Passamos tanto tempo nos perguntando sobre o sentido da vida que nos esquecemos de dar sentido a ela. Eu não posso fazer isso por você e você não pode fazer isso por mim. Isso não tem a ver com uma discussão complexa e filosófica (de onde viemos? para onde vamos?), tem a ver com se sentir bem e chegar ao final da vida sabendo que você viveu intensamente e que cada minuto da sua vida fez sentido para você e valeu a pena vive-los

Well, eu vou ficando por aqui, espero que tenham gostado. Fiquem com Odin.

Três beijos, Débora Carvalho.

#EmBuscaDoGatoPerdido

desencontros

Ei pessoinhas, como estão?

Hoje aconteceu uma coisa que me deixou muito pensativa. Eu estava em um determinado lugar e sem querer meus olhos se encontraram com um rapaz que estava no mesmo ambiente. Não era um rapaz comum, era diferente (#liiiindooooo, tipo muito, mais muito lindo mesmo), sei lá, chamou minha atenção. Não conseguia desviar os olhos dele (nem ele de mim pelo visto). Quando o evento acabou, eu tive que ir embora e ele ficou mais um pouco. Só que não consegui ficar em paz e acabei parando na metade do caminho e pedindo para um amigo voltar para perguntar o nome dele ou pedir o telefone (por incrível que pareça, sou muito tímida para isso). Eu esperei ansiosa (uns minutos que pareceram eternos). Quando meu amigo retornou, me deu a triste notícia que não conseguiu o nome dele, porque tinha acabado de entrar no carro e ir embora. Fiquei totalmente arrasada, ele era lindo de mais e a única coisa que consegui foi descobrir a cidade que ele morava (o que não ajuda muito). Mas, como eu não consigo tira-lo da cabeça, vou utilizar todas as minhas artimanhas para descobrir pelo menos o nome desse rapaz (afinal de contas, sou brasileira e não desisto nunca). Dei até um nome fictício para ele, enquanto não descobrir o nome verdadeiro, vou chama-lo de Artur (ele tem cara de Artur, Guilherme, ou Thiago).

Eu precisava compartilhar isso com vocês, estou muuuito eufórica, ansiosa, com saudades. Pode parecer exagero, mas aquele menino pode ser meu futuro marido (ta, agora forcei). Realmente, eu precisava escrever porque não consigo dormir, não paro de pensar, de imaginar. E quando coloco uma coisa na cabeça, ninguém consegue tirar, nem eu mesma. O que é ruim em alguns pontos. Por exemplo, tenho insônia, vou acabar me entupindo de comida para compensar a ansiedade e não vou descansar até conseguir o que quero, então tenho grandes chances de me tornar uma tia gorda, encalhada, sozinha com vinte e sete gatos. No entanto, tenho chances de encontra-lo (mesmo que remotas). Vou me agarrar a isso e iniciar a, minha busca pelo “gato” perdido.

Ok, acho que desabafei. Agora que o texto acabou, vou voltar para minha sina de não conseguir esquecer, aqui no meu mundinho isolado, vazio, sem ninguém (específico) para me fazer companhia. Só eu e minhas doces lembranças (como sou dramática né). Pelo menos tenho a companhia de vocês, né seus lindos (admitam que me amam) Por hoje é só meus chuchuzinhos. Até a próxima e fiquem com Thor.

Ps: Ah, quando achar o que estou procurando, vocês serão os primeiros a saber.

 

Três beijos, Débora Carvalho.

1 minuto de silêncio pela piada sem graça!

Olá meus fofuchos, como vão?

Desde que comecei a faculdade fiz muitos amigos novos, principalmente na minha van (na verdade no meu micro, porque sou TOP). É claro que esses novos amigos também não perdem uma zoeira (porque será que eu gosto tanto deles né). Uma das coisas que eles mais gostam de fazer é contar umas piadas muito sem graça. Sério, são ridículas (tanto que até chegam a ser… Ridículas). Para variar, a viciada no Três beijos aqui decidiu transformar tudo em post (obvio). Fiz questão de preparar uma lista com as pérolas da comédia que ouço todos os dias. Fiquem com elas:

1 – P: O que é um ponto preto no fundo da piscina?

      R: D’Black sem ar (HA-HA-HA)

2 – P: Porque os policiais não gostam de sabão em pó?

      R: Porque eles gostam de deter gente (entenderam? deter gente, detergente… que droga).

3 – P: O que o feijão disse para o outro?

      R: Nossa, como você é “fei Jão” (Vocês estão vendo o nível né)

4 – P: O que o Goku foi fazer na Renner?

      R: Foi comprar uma super saia jeans (Que isso hein jovem, um prodígio do stand up)

5 – P: O que Arnold Schwarzenegger disse para o técnico em informática?

      R: Instala vista, Baby!

6 – P: O Inri Cristo foi para os Estados Unidos. Qual é o nome do filme?

      R: American Páááái! (Nossa, que engraçado)

Well, por hoje é só people. Talvez eu faça uma segunda parte dessas piadas, caso surja algo novo. Fiquem com Ganesha. Beijo na bunda paçocas. Tchau

Três beijos, Débora Carvalho

shiiiu… O filme vai começar!

Olá galera, sentiram minha falta? É claro que sim né (mentira)

Durante minhas férias da faculdade (que estão mais longas do que eu realmente gostaria), tenho ido muito ao cinema. Aliás, ótimos filmes estão em cartaz, alguns me surpreenderam. Mas não estou aqui para falar deles. O assunto de hoje é sobre as situações que acontecem no cinema, que as vezes são engraçadas e outras vezes são irritantes.

Para começar, sempre tem um grupo de engraçadinhos que sentam nas poltronas erradas. Aí a pessoa que pagou pelo lugar chega e fica todo mundo com cara de Babobi (ainda estou empolgada com Transformers 4), sem contar de todo transtorno e constrangimento de mudança. O pior é que os bilhetes já tem o numero da fila e do lugar que nós mesmos escolhemos. NÓS MESMOS ESCOLHEMOS. Então pare com essa preguiça e vá procurar seu lugar.

Depois desse inconveniente inicial, o filme começa. Nos primeiros 10 minutos só se ouve barulho de plástico, latinhas de refrigerante sendo abertas e pessoas atrasadas entrando. Quando tudo parece normal, alguém da sua fileira resolve brincar de entra e sai, pisando toda vez no seu pé. Ah, se você está solteiro (encalhado), carente, sem pegar nem resfriado, do seu lado vai ter sempre (SEMPRE) um casal fogoso, que não está nem ai para o filme e só quer saber de saliências e tudo mais (pior ainda se for sua irmã mais nova com o namorado. Aí é pedir para morrer)

O filme continua e, de vez em quando, alguma mulher da fila de trás bate com a bolsa na sua cabeça (tipo umas 2745 vezes). Dá vontade de fazer a pessoa engolir a bolsa inteirinha, sem nem um copinho de água para ajudar. Falando em pessoas chatas, tem o cara que deixa o celular no alto, que faz questão de tocar e roubar toda a atenção do filme. Alguns olham em volta para procurar quem foi o abençoado que não desligou o telefone, outros vão olhar se não era o deles que estava tocando. Por fim tem os que, por via das dúvidas, vão dar uma conferida básica, só para ver se está mesmo no silencioso (ninguém quer pagar mico).

Por falar em celular, alguém me explica porque alguns “lindos” pagam para assistir o filme e, ao contrário disso, ficam o tempo todo fuçando no celular, com o brilho no máximo? Sinceramente não entendo. Enfim, cada um com suas manias, desde que não me atrapalhe. Na boa, para você que fica com esse celular com o brilho no máximo no cinema, queimando meus olhos, desejo que você quebre uma unha.

Apesar de tudo, eu gosto de ir ao cinema. É bem melhor e mais emocionante que assistir em casa (sozinho, com 27 gatos). Como qualquer lugar coletivo, tem pontos positivos e negativos, mas no fim vale a pena, principalmente se o filme for TOP. Bom, pelo menos rende textos para um certo blog.

Por hoje é só people, fiquem com Alá e até a próxima

PS: Não queimem a retina dos coleguinhas do cinema. Se você faz isso, eu REALMENTE desejo que você quebre uma unha. Palavra de Astigmática (nem sei se é assim que fala, mas, enfim).

Três beijos, Débora Carvalho 

Sonhar mais um sonho…

sonhos e três beijos

Olá galerinha, como vão vocês?

Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas pela demora dos posts novos. É muita correria, mas vamos nos retratar.

Hoje eu estava pensando em algum assunto para escrever e confesso que levou um bom tempo até eu me decidir que tema explorar. Acabei optando por falar sobre os sonhos. Já faz um tempo que venho refletindo a respeito disso, buscando entender, pensando se existe um limite para se sonhar.

Particularmente, sou uma pessoa muito sonhadora, no entanto, na MINHA opinião, apenas sonhar não é o suficiente. Me entendam, não disse que é irrelevante ou inútil, disse que talvez não seja suficiente. Digo isso porque a maior parte das pessoas passa a vida toda fazendo planos e se esquecem de tentar (pelo menos) realiza-los. Nesse ponto eu sou a primeira a me recriminar, pois também esqueço de correr atrás de alguns sonhos meus. Isso já é algo inerente ao ser humano. Poucos têm a ousadia de quebrar esse paradigma e conseguir realizar os seus anseios. Talvez isso esteja ligado ao comodismo (o famoso “to bem como estou”), ou por medo de tentar e fracassar.

Eu fiz um propósito de deixar minha covardia de lado e buscar o que eu quero, sem medo de ser feliz. Esse ano quero arriscar mais, ousar mais. Esquecer as coisas ruins que já passaram e focar nos meus objetivos. Parece até clichê falar sobre isso, não é o tipo de texto que costumo postar no blog. Decidi abrir uma exceção nesse caso, deixar o humor um pouco de lado e abordar o assunto com um ar mais sério. Muitas mudanças estão ocorrendo em minha vida, por isso essa reflexão toda. Me peguei questionando se tenho vivido como realmente quero viver. Quando eu estiver mais velha, não quero olhar para o meu passado e perceber que tudo o que fiz foi sentar e esperar que algo divino realizasse tudo para mim. Prefiro sentir orgulho de ter lutado e conquistado o meu lugar ao sol. Por isso digo que não vale apenas sonhar ser ter REALMENTE vontade de realizar.

O que se deve ser feito é para com o comodismo e com os “e se”. E se eu fizesse isso, se eu pudesse, se eu comprasse. E por que não tentar? Afinal de contas não temos nada a perder. Eu já me decidi, não vou ficar parada vendo os meus melhores anos serem jogados no ralo. Chega desse pensamento medieval de que estamos acomodados assim porque Deus quis. Sonhar sim, mas tendo coragem de realizar SEMPRE. Mesmo que não consiga, o importante é dar o primeiro passo.

Bom, recado dado e eu me despeço por aqui. Até a próxima people.

Três beijos, Débora Carvalho